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Stories todo dia sem virar um fardo

Story é o único formato que perdoa o improviso e ainda assim é o que mais gente abandona. Não por falta de assunto: por tratá-lo como se fosse um post.

O erro é produzir

Quem trata story como post começa a escolher fundo, escrever texto, alinhar figurinha. Aí cada story custa dez minutos, e dez minutos vezes cinco por dia ninguém aguenta uma semana.

Story bem feito parece mal feito de propósito. É a mão a trabalhar, filmada sem preparar, com uma frase escrita por cima. O valor está no acesso, não no acabamento.

Três momentos, e nada mais

Uma rotina simples que cabe no dia de trabalho sem parar nada.

  • De manhã: o que vai acontecer hoje. Um vídeo de cinco segundos da bancada.
  • No meio do dia: uma coisa a acontecer. Não precisa de explicação.
  • No fim: o que ficou pronto, ou o que deu errado.

A pergunta é o que faz o story render

Caixinha de pergunta e enquete não são enfeite: são a forma mais barata de descobrir o que a sua audiência quer, e cada resposta é um post futuro que você não vai precisar de inventar.

"Qual dos dois?" com duas fotos custa trinta segundos e costuma render mais respostas que qualquer post do mês. E quem responde volta a ver os seus stories no dia seguinte.

Falhar um dia não estraga nada

Ao contrário do feed, o story desaparece em vinte e quatro horas e ninguém audita a sua frequência. Se hoje não deu, não deu. O prejuízo de falhar um dia é zero, e o de tentar compensar com dez stories seguidos é real.

A meta boa não é "todo dia": é "quase todo dia, sem pensar muito". A primeira quebra na primeira semana cheia.

O story é a parte que fica sempre por sua conta, e é assim que deve ser. O que o ReadyMonth tira das costas é o feed, que é o que exige planeamento.

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